Economia circular
A economia circular na olivicultura significa: produzir o mínimo possível de resíduos e fechar o máximo possível de ciclos de materiais. Tudo o que é produzido no cultivo e na produção de azeite (resíduos de poda, caroços, bagaço, águas residuais, folhas) é reutilizado como recurso – para o solo, energia ou novos produtos. As pequenas explorações artesanais, em particular, implementam esta prática de forma especialmente consistente.
Práticas circulares típicas:
- Triturar os resíduos de poda & fazer cobertura morta
→ protegem o solo da desidratação, fornecem húmus - Compostagem de folhas de oliveira
→ fertilizante natural - Compostagem de bagaço (resíduos de prensagem)
→ retorno de potássio, fósforo & matéria orgânica - Pastagem com ovelhas/cabras
→ gestão da erva + fertilizante natural
Resultado: menos fertilizantes artificiais, melhor estrutura do solo e mais vida no solo.
Utilização de subprodutos:
- Bagaço de azeitona → fertilizante, biomassa, energia
- Caroços de azeitona → material para aquecimento
- Águas residuais → tratadas para irrigação
Objetivo: lagar de azeite com desperdício zero
Preservação das zonas rurais:
- A olivicultura garante rendimentos em regiões periféricas
- Impede o êxodo rural
- Preserva o conhecimento e os rituais
Embalagem e logística
Abordagens circulares:
- Vidro em vez de plástico
- Envasamento local em vez de transporte de longa distância
Endocarpo
O caroço duro (caroço da azeitona) é denominado endocarpo.
Exocarpo
A casca exterior da azeitona é chamada de exocarpo.