Descobre os nossos patrocínios de oliveiras em Portugal e liga-te a uma tradição secular de agricultura sustentável. Ao apadrinhar uma oliveira em Portugal, apoias o cultivo biológico de azeitonas de alta qualidade e recebes, todos os anos, o teu próprio azeite virgem extra prensado a frio — amadurecido ao sol, colhido à mão e diretamente do produtor. Os nossos olivais em Portugal representam qualidade, transparência e verdadeiro trabalho artesanal. Seja como presente especial ou como um compromisso pessoal, o patrocínio de uma oliveira une sustentabilidade, prazer e o estilo de vida mediterrânico.

Apadrinhamento de oliveira 23 A Raposa

Esta oliveira especial da variedade Olea Europaea Galega é uma das mais tradicionais e está localizada no coração de Portugal, aninhada no seu ambiente natural original e protegida da agricultura industrial. Aqui, a árvore cresce em harmonia com a natureza, tal como as oliveiras têm feito há séculos. A azeitona Galega é uma variedade regional que moldou a paisagem durante gerações e é conhecida pelos seus sabores delicados e qualidade inconfundível. Com pelo menos 10 anos, esta oliveira já passou por muitas colheitas e, com o seu compromisso como patrocinador, tem a oportunidade de garantir que muitos mais anos & décadas se seguirão.

129,00 

* Todos os preços incluem IVA legal, mais custos de envio.

Apadrinhamento personalizado de oliveira em Portugal - 1/3/5 anos

O que está incluido no teu pacote

  • 1 certificado de apadrinhamento com o teu nome disponível para download em formato PDF.
  • O teu nome ou o nome da pessoa presenteada será cuidadosamente gravado à mão numa elegante placa de madeira de oliveira na tua oliveira pessoal.
  • 1 garrafa de 500 ml de azeite extra virgem prensado a frio, recém-colhido por cada ano de apadrinhamento. O envio é feito na época da colheita, entre outubro e dezembro do mesmo ano.
  • 1 pequena garrafa de amostra do nosso azeite extra virgem prensado a frio como presente e pequena degustação.
  • 1 pequena surpresa como presente.

A raposa e as azeitonas

Uma raposa esgueirava-se pelo silencioso olival,
a noite suave como veludo, a lua prateada como óleo.

Ela cheirou as azeitonas maduras, pesadas nos ramos,
e o seu nariz estremeceu – doce e amargo ao mesmo tempo.

Lentamente, silenciosamente, como se não quisesse quebrar o silêncio,
ela provou uma azeitona, depois outra.
O fruto era amargo, mas as folhas sussurravam:
«Paciência, pequeno amigo, paciência – só a maturação traz a doçura.»

A raposa deitou-se entre as raízes nodosas,
olhou para o céu estrelado e de repente compreendeu:
nem tudo o que sabe bem está imediatamente pronto.
E nem tudo o que é amargo deve ser evitado.

Assim adormeceu, rodeado pelo aroma das azeitonas,
sonhando com frutos que só o tempo pode dar.

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